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Dona Maria Amantis Reserva Branco 2025

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FICHA TÉCNICA

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Colheita
2025
Região
Alentejo
Tipo
Branco
Castas
Viognier
Grau alcoólico
13,5% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Branco

Acidez
Corpo
Doçura
Álcool13,5% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Branco

Acidez

Nível 2 de 5 — Suave, de frescura discreta – como um melão

Abaixo do típico (4,1) · Típico: média de 434 brancos da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico das castas (Wine Folly / WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave Este vinho
  3. 3Média: fresca e equilibrada
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Acompanha bem carnes brancas, massas com natas e queijos amanteigados. Sirva fresco, sem exagerar no frio.

Perfil do vinho · Branco

Corpo

Nível 4 de 5 — Cheio e amplo – como natas leves

Acima do típico (3,1) · Típico: média de 436 brancos da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico das castas (Wine Folly / WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo Este vinho
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Pede pratos com estrutura: carnes vermelhas, assados, cogumelos, queijos curados.

Perfil do vinho · Branco

Doçura

Nível 1 de 5 — Seco – sem açúcar que se sinta, só fruta

Em linha com o típico (1,1) · Típico: média de 453 brancos da Vinogrande

O que é

A doçura vem do açúcar natural da uva que não se transformou em álcool (o açúcar residual). Um vinho seco quase não tem; um Porto ou um colheita tardia tem muito.

Onde se sente

Na ponta da língua, logo no primeiro gole, e numa sensação mais untuosa na boca. A acidez pode disfarçá-la.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a classificação de doçura registada na ficha do produto (seco, meio-seco…).

Mede-se em gramas de açúcar residual por litro. Bandas gerais da UE: seco até cerca de 4 g/L, meio-seco até 12, meio-doce até 45 e doce acima disso. Na escala: abaixo de 4 g/L = 1, até 12 = 2, até 45 = 3, até 100 = 4, mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Seco: sem açúcar perceptível Este vinho
  2. 2Meio-seco: um toque de doçura
  3. 3Meio-doce: doçura evidente
  4. 4Doce: rico e frutado
  5. 5Muito doce: untuoso

Na prática, neste vinho

Acompanha a refeição toda, do salgado ao picante suave. Não o sirva com sobremesas doces: parece amargo.

Perfil do vinho · Branco

Álcool 13,5% vol

Nível 4 de 5 — Generoso – aquece a garganta

Acima do típico (3,1) · Típico: média de 453 brancos da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 13,5% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol Este vinho
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Evite pratos muito picantes, que acentuam o calor. Sirva um pouco mais fresco do que a temperatura ambiente.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 10–12 °CFrigorífico 2 h · tire-o 10 min antes de servir
CopoCopo de branco

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Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

O Dona Maria Amantis Reserva Branco 2025 é um vinho branco premium da região do Alentejo, produzido pelo prestigiado viticultor Júlio Bastos na Quinta de Dona Maria.

The Wine AdvocateRP 90Avaliado por: Luis Gutiérrez

Produzido a partir de uvas Viognier, o branco Amantis Reserva Branco 2025 apresenta o perfil frutado, marcado por notas de pêssego e um carácter exótico típico da casta. Ainda muito jovem, revela uma ligeira nota redutiva.

Este vinho começou a ser produzido em 2006, uma vez que o produtor já tinha trabalhado anteriormente com Viognier e decidiu experimentar a sua fermentação em barricas de carvalho francês de 400 litros, utilizando leveduras neutras, seguida de um estágio de seis meses sobre as borras finas, com bâtonnage.

Apresenta 13,5% de álcool, pH de 3,34 e 5,5 g/l de acidez, resultando num conjunto equilibrado e delicado. Deverá beneficiar de algum tempo adicional em garrafa. Foram produzidas 9.500 garrafas. O vinho foi engarrafado em março de 2026.

Dona Maria

Dona Maria é o projeto de Júlio Bastos, que assumiu uma antiga propriedade denominada Quinta do Carmo, entre 1986 e 2000, tendo esta integrado, a partir de 1992, uma joint venture com o grupo Rothschild.

Júlio Bastos iniciou o projeto Dona Maria em 2003 e representa a quarta geração de produtores de vinho nesta propriedade. Atualmente, dispõe de 72 hectares de vinha na região de Estremoz, no norte do Alentejo. Entre estes encontram-se cinco hectares de vinhas com mais de 70 anos, incluindo Alicante Bouschet do mesmo clone da primeira vinha desta casta plantada em Portugal, bem como cinco hectares plantados em 2017.

A adega é constituída por três edifícios antigos, datados do século XIX, restaurados em 2003. Num deles encontram-se lagares de mármore do século XIX, onde as uvas são tradicionalmente pisadas a pé.

Existem ainda 18 depósitos de cimento, utilizados para o estágio dos vinhos tintos. O edifício mais recente dispõe de cubas de fermentação para vinhos brancos, tintos e rosés, bem como de uma linha de engarrafamento e rotulagem.

A produção média ronda as 500.000 garrafas por ano. O estilo caracteriza-se por uma abordagem neoclássica do Alentejo, combinando castas portuguesas e francesas.

Publicado em: 11 de junho de 2026

Aqui estão as melhores sugestões de harmonização:

Peixes Estruturados e Assados

Bacalhau no forno: Resulta muito bem com azeite, alho e batatas a murro.

Marisco cozinhado: Excelente com sapateira recheada, lagosta ou lavagante.

Arroz e massas: Harmoniza com arroz de marisco cremoso ou massa com amêijoas e lulas.

Carnes Brancas e Aves

Aves assadas: Ótimo com frango assado com ervas, pato ou peru.

Porco: Pratos leves de carne de porco, como lombo assado com ameixas ou grelhados de porco preto.

Cozinha Internacional e Queijos

Comida asiática: Pratos de caril pouco picante ou sushi com peças mais ricas (como salmão e queijo creme).

Queijos de meia cura: Acompanha queijos de ovelha ou cabra de intensidade média (como o Queijo de Évora ou de Nisa).

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.