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Insula VinusAçores

Insula Chão de Lava Rosé 2023

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FICHA TÉCNICA

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Colheita
2023
Região
Açores
Tipo
Rosé
Produtor
Insula Vinus
Enólogo
Paulo Machado
Grau alcoólico
11,5% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Rosé

Doçura
Acidez
Corpo
Taninos
Álcool11,5% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Rosé

Doçura

Nível 1 de 5 — Seco – sem açúcar que se sinta, só fruta

Em linha com o típico (1,0) · Típico: média de 59 rosés da Vinogrande

O que é

A doçura vem do açúcar natural da uva que não se transformou em álcool (o açúcar residual). Um vinho seco quase não tem; um Porto ou um colheita tardia tem muito.

Onde se sente

Na ponta da língua, logo no primeiro gole, e numa sensação mais untuosa na boca. A acidez pode disfarçá-la.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a classificação de doçura registada na ficha do produto (seco, meio-seco…).

Mede-se em gramas de açúcar residual por litro. Bandas gerais da UE: seco até cerca de 4 g/L, meio-seco até 12, meio-doce até 45 e doce acima disso. Na escala: abaixo de 4 g/L = 1, até 12 = 2, até 45 = 3, até 100 = 4, mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Seco: sem açúcar perceptível Este vinho
  2. 2Meio-seco: um toque de doçura
  3. 3Meio-doce: doçura evidente
  4. 4Doce: rico e frutado
  5. 5Muito doce: untuoso

Na prática, neste vinho

Acompanha a refeição toda, do salgado ao picante suave. Não o sirva com sobremesas doces: parece amargo.

Perfil do vinho · Rosé

Acidez

Nível 3 de 5 — Fresca e equilibrada – como uma maçã verde

Abaixo do típico (3,8) · Típico: média de 58 rosés da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico das castas (Wine Folly / WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada Este vinho
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Versátil à mesa: peixe grelhado, aves, saladas mornas. O frio moderado realça a frescura.

Perfil do vinho · Rosé

Corpo

Nível 2 de 5 — Ligeiro, mas com presença – como leite meio-gordo

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo (segundo a WSET, mais álcool dá mais corpo).

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro Este vinho
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Bom com peixe, aves e cozinha vegetariana; não abafa sabores delicados.

Perfil do vinho · Rosé

Taninos

Nível 1 de 5 — Sedoso – quase sem aspereza

Em linha com o típico (1,1) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico deste tipo de vinho (WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos Este vinho
  2. 2Médio-baixos: macios
  3. 3Médios: presentes
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

Bom com peixe e pratos leves; pode servir-se um pouco mais fresco.

Perfil do vinho · Rosé

Álcool 11,5% vol

Nível 2 de 5 — Moderado – um calor discreto

Abaixo do típico (2,9) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 11,5% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol Este vinho
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Leve à mesa: peixe, petiscos, cozinha de verão.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 8–10 °CFrigorífico 3 h · ou balde com gelo e água 20 min
CopoCopo de rosé

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Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

Insula Vinus é um projeto empreendedor com 3,3 hectares da Insula Atlantis, que agrupa vinha, adega, alojamento e atividades turísticas com objetivo de promover o que de bom se produz nos Açores. Regendo-se pela simplicidade, a prática da viticultura respeita os valores ancestrais, mantendo as castas autóctones e potenciando os atributos dos vinhos açorianos.

The Wine AdvocateRP 91+Avaliado por: Luis Gutiérrez

A Insula é a maior produtora de vinho rosé no Pico, e o Chão de Lava AA Rosé 2023 foi elaborado com uvas que Machado não aprecia para tintos: Syrah, Merlot, etc., embora espere em breve produzir alguns tintos a partir das antigas castas tintas (Bastardo, Rufete, Saborinho, etc.). Esta é a sua marca — um rosé pálido com um lado gastronómico, mineral, salino e fresco. Está um pouco redutivo porque foi engarrafado muito recentemente, mas o paladar é ótimo, completo e equilibrado, com volume, frescura e um toque salino claro no final, mantendo fruta e frescura. Tem 12,2% de álcool, pH de 3,43 e 7,49 gramas de acidez. Ele pensa nele como um branco com um pouco de cor. Produziram-se 14.000 garrafas. Foi engarrafado em fevereiro de 2024.

A Insula Vinus é o projeto pessoal de Paulo Machado, natural da Ilha do Pico, onde parece que todos têm alguma relação com o vinho. Os seus avós faziam vinho, e ele acabou por estudar agronomia. Começou a comprar vinhas e a reenxertar algumas das vinhas da família, e em 2006 começou a produzir vinho. Em 2013, começou a trabalhar com a Azores Wine Company, mas voltou a focar-se no seu próprio projeto em 2018. Atualmente, tem 25 hectares de vinha entre cinco e 100 anos, principalmente no sul da Ilha do Pico, nas freguesias de São Mateus e Candelária, e no oeste, na Criação Velha e Madalena.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.