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Quinta de La Rosa Tawny 20 Anos 500 ml

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FICHA TÉCNICA

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Região
Douro
Tipo
Porto
Enólogo
Jorge Moreira
Grau alcoólico
19,5% vol.
Garrafa
500 ml

Perfil do vinho

Porto · aloirado

Doçura
Corpo
Taninos
Álcool19,5% vol
Acidez

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Porto

Doçura

Nível 5 de 5 — Muito doce e untuoso – como mel ou figos secos

Em linha com o típico (4,9) · Típico: média de 144 Portos da Vinogrande

O que é

A doçura vem do açúcar natural da uva que não se transformou em álcool (o açúcar residual). Um vinho seco quase não tem; um Porto ou um colheita tardia tem muito.

Onde se sente

Na ponta da língua, logo no primeiro gole, e numa sensação mais untuosa na boca. A acidez pode disfarçá-la.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as regras do estilo (WSET; IVDP para Porto e Madeira).

Mede-se em gramas de açúcar residual por litro. Bandas gerais da UE: seco até cerca de 4 g/L, meio-seco até 12, meio-doce até 45 e doce acima disso. Na escala: abaixo de 4 g/L = 1, até 12 = 2, até 45 = 3, até 100 = 4, mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Seco: sem açúcar perceptível
  2. 2Meio-seco: um toque de doçura
  3. 3Meio-doce: doçura evidente
  4. 4Doce: rico e frutado
  5. 5Muito doce: untuoso Este vinho

Na prática, neste vinho

Uma sobremesa em si: chocolate, frutos secos, queijos curados ou azuis. Um copo pequeno chega.

Perfil do vinho · Porto

Corpo

Nível 4 de 5 — Cheio e amplo – como natas leves

Em linha com o típico (4,3) · Típico: média de 147 Portos da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as regras do estilo (WSET; IVDP para Porto e Madeira).

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo Este vinho
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Pede pratos com estrutura: carnes vermelhas, assados, cogumelos, queijos curados.

Perfil do vinho · Porto

Taninos

Nível 2 de 5 — Macio – textura aveludada

Abaixo do típico (2,8) · Típico: média de 125 Portos da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as regras do estilo (WSET; IVDP para Porto e Madeira).

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos
  2. 2Médio-baixos: macios Este vinho
  3. 3Médios: presentes
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

Acompanha aves, porco e massas sem pesar.

Perfil do vinho · Porto

Álcool 19,5% vol

Nível 4 de 5 — Quente e envolvente – pede goles pequenos

Abaixo do típico (4,7) · Típico: média de 147 Portos da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 19,5% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 2Generoso leve: menos de 16,5% vol
  2. 3Generoso médio: 16,5–18,4% vol
  3. 4Generoso alto: 18,5–19,9% vol Este vinho
  4. 5Generoso muito alto: 20% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Para saborear devagar com chocolate, queijos curados ou um charuto.

Perfil do vinho · Porto

Acidez

Nível 3 de 5 — Fresca e equilibrada – como uma maçã verde

Em linha com o típico (3,2) · Típico: média de 147 Portos da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as regras do estilo (WSET; IVDP para Porto e Madeira).

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada Este vinho
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Versátil à mesa: peixe grelhado, aves, saladas mornas. O frio moderado realça a frescura.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 12–14 °CFrigorífico 1 h · ou tire do frigorífico 30 min antes
CopoCopo de Porto / sobremesa

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Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

O Quinta de La Rosa Porto Tawny 20 Anos (500 ml) é um vinho do Porto generoso, complexo e refinado, produzido na prestigiada região do Douro, em Portugal. Fiel ao "estilo da casa" do produtor, este lote destaca-se por ser ligeiramente mais seco e equilibrado, evitando a doçura excessiva ou enjoativa que por vezes se associa aos vinhos do Porto.

The Wine Advocate
RP 90 pontos

Avaliado por: Mark Squires

O NV 20 Year Old Tawny foi engarrafado em 2016, numa garrafa de 500 ml, com rolha de cortiça tipo bar-top e 105 gramas de açúcar. Em comparação com o 10 Year Old desta edição, apresenta uma maior profundidade, embora continue a revelar um perfil mais leve para um Tawny de 20 Anos, privilegiando a frescura em detrimento da concentração ou da potência.

É um vinho muito prazeroso de beber, vivo e estimulante, terminando com agradáveis notas de caramelo e açúcar. Falta-lhe, contudo, a vivacidade e a energia suculenta do 10 Year Old, pelo que a diferença entre ambos não é tão grande quanto inicialmente poderia parecer — são simplesmente vinhos de estilos bastante distintos.

O preço destes dois vinhos também não apresenta uma diferença tão significativa quanto é habitual entre Tawnies de 10 e 20 Anos. Perante este acréscimo relativamente modesto, a minha escolha recairia ainda assim sobre o 20 Year Old.

Publicado em: 29 de junho de 2018



Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.