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Altos del EnebroRibera del Duero

Altos del Enebro Crianza 2023

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Ano
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FICHA TÉCNICA

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Colheita
2023
Tipo
Tinto
Grau alcoólico
14,5% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Tinto · violáceo

Corpo
Taninos
Acidez
Álcool14,5% vol
Intensidade

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Tinto

Corpo

Nível 4 de 5 — Cheio e amplo – como natas leves

Em linha com o típico (3,8) · Típico: média de 711 tintos da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a ficha de prova da Vinogrande.

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo Este vinho
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Pede pratos com estrutura: carnes vermelhas, assados, cogumelos, queijos curados.

Perfil do vinho · Tinto

Taninos

Nível 3 de 5 — Presente – um aperto suave nas gengivas

Em linha com o típico (3,2) · Típico: média de 708 tintos da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a ficha de prova da Vinogrande.

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos
  2. 2Médio-baixos: macios
  3. 3Médios: presentes Este vinho
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

À vontade com carnes grelhadas e queijos de pasta dura.

Perfil do vinho · Tinto

Acidez

Nível 3 de 5 — Fresca e equilibrada – como uma maçã verde

Abaixo do típico (3,6) · Típico: média de 702 tintos da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a ficha de prova da Vinogrande.

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada Este vinho
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Versátil à mesa: peixe grelhado, aves, saladas mornas. O frio moderado realça a frescura.

Perfil do vinho · Tinto

Álcool 14,5% vol

Nível 4 de 5 — Generoso – aquece a garganta

Em linha com o típico (4,2) · Típico: média de 716 tintos da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a ficha de prova da Vinogrande — No rótulo: 14,5% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol Este vinho
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Evite pratos muito picantes, que acentuam o calor. Sirva um pouco mais fresco do que a temperatura ambiente.

Perfil do vinho · Tinto

Intensidade

Nível 5 de 5 — Exuberante – enche o copo de aromas

Acima do típico (3,9) · Típico: média de 84 tintos da Vinogrande

O que é

A intensidade aromática é a força com que os aromas se mostram: fruta, flores, especiarias, madeira, notas de evolução.

Onde se sente

No nariz, antes de provar: a força com que os aromas sobem do copo. Rodar o copo liberta-os.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a ficha de prova da Vinogrande.

É uma avaliação sensorial, sem número de laboratório. Só a mostramos quando a descrição do vinho ou uma crítica a refere.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Discreta: é preciso procurar
  2. 2Delicada
  3. 3Média: aromas claros
  4. 4Expressiva
  5. 5Exuberante: enche o copo Este vinho

Na prática, neste vinho

Combina com cozinha rica em aromas; um copo amplo valoriza-o.

Críticas e prémios

  • Avaliação da Comunidade (Vivino): O Altos del Enebro Crianza 2023 conta com uma excelente pontuação média de 4.2 / 5 estrelas
  • Prémio Nacional El Suplemento (Espanha): A adega recebeu a prestigiada distinção nacional de "Bodega del Año" (Adega do Ano).

Servir & degustar

Temperatura16–18 °C
CopoCopo de tinto (bojudo)
Quando beberPode beber já, mas ganha com mais uns anos de guarda

Em dúvida? Pergunte ao Sommelier IA NOVO

Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

O Altos del Enebro Crianza 2023 é um prestigiado vinho tinto espanhol produzido pela vinícola boutique Altos del Enebro, localizada no município de Milagros (Burgos), no coração da prestigiada D.O. Ribera del Duero. Elaborado pelo enólogo Rodrigo González a partir de vinhas plantadas a cerca de 1.000 metros de altitude, destaca-se pela sua elegância e forte caráter mineral.

Nota de Prova

Visual: Apresenta uma cor vermelho-cereja profunda e concentrada, com elevada opacidade e um núcleo escuro, envolvido por reflexos violáceos e arroxeados. Um perfil visual que revela juventude, intensidade e um notável potencial de envelhecimento em garrafa.

Aroma: De grande intensidade e complexidade aromática, evidencia um núcleo de fruta negra e vermelha madura, onde sobressaem amoras, mirtilos e ameixas pretas. O estágio em carvalho francês acrescenta nuances balsâmicas e especiadas, acompanhadas por notas de cacau, alcaçuz, baunilha e delicados apontamentos tostados. Surgem ainda sugestões frescas de ervas aromáticas, evocando o tomilho e a vegetação do bosque, que conferem profundidade e elegância ao conjunto.

Boca: Entra com volume e generosidade, revelando uma textura carnuda e envolvente, sustentada por uma expressão frutada intensa. Os taninos são maduros, firmes e refinados, proporcionando estrutura sem comprometer a elegância. Apesar do seu teor alcoólico de 14,5% vol., a acidez natural, favorecida pela altitude de 1.000 metros das vinhas, confere-lhe uma frescura surpreendente e um equilíbrio notável. O final é longo e persistente, marcado por uma complexidade mineral que remete para os solos ferrosos e siliciosos da vinha.

Perfil Vinogrande: Um tinto de grande concentração e personalidade, que alia potência, profundidade aromática e elegância. A frescura de altitude, a qualidade dos taninos e a expressão mineral conferem-lhe equilíbrio e distinção, anunciando uma evolução promissora em garrafa.

Harmonização Gastronómica

A combinação entre estrutura, taninos polidos e frescura natural torna este vinho um excelente parceiro de pratos intensos e de sabores marcantes.

Carnes vermelhas e caça: Ideal para acompanhar costeletão de boi maturado, vazio grelhado ou lombo de novilho com pimenta preta. Encontra também uma excelente afinidade com estufados de javali ou veado e perna de cordeiro assada com alecrim e tomilho

Pratos tradicionais: Harmoniza na perfeição com arroz de pato tostado no forno, rabo de boi estufado em vinho tinto ou uma feijoada à transmontana, cuja riqueza e intensidade são equilibradas pela frescura e estrutura do vinho.

Queijos curados e enchidos: Acompanha muito bem queijos de cura prolongada, como Serra da Estrela velho e Manchego, bem como queijos azuis de intensidade moderada. Para uma experiência mais requintada, experimente-o com cecina de León ou presunto ibérico de bellota.



Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.