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Dehours & FilsChampagne

Dehours & Fils Lieu-dit La Croix Joly

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FICHA TÉCNICA

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Região
Champagne
Grau alcoólico
12% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Espumante

Acidez
Corpo
Álcool12% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Espumante

Acidez

Nível 5 de 5 — Vibrante e cortante – como um limão acabado de espremer

Acima do típico (4,5) · Típico: média de 138 espumantes da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante Este vinho

Na prática, neste vinho

Ideal com ostras, marisco, sushi e fritos; aguenta pratos ácidos e salgados. Sirva bem frio e beba como aperitivo.

Perfil do vinho · Espumante

Corpo

Nível 4 de 5 — Cheio e amplo – como natas leves

Acima do típico (2,4) · Típico: média de 138 espumantes da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo Este vinho
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Pede pratos com estrutura: carnes vermelhas, assados, cogumelos, queijos curados.

Perfil do vinho · Espumante

Álcool 12% vol

Nível 2 de 5 — Moderado – um calor discreto

Abaixo do típico (2,5) · Típico: média de 135 espumantes da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 12% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol Este vinho
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Leve à mesa: peixe, petiscos, cozinha de verão.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 8–10 °CFrigorífico 3 h · ou balde com gelo e água 20 min
CopoFlûte

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Descrição

The Wine Advocate
RP 95

Revisado por: Kristaps Karklins

Proveniente de um local histórico em Troissy, plantado com Pinot Meunier na década de 1960 em terras que antes eram cultivadas com árvores frutíferas, o Lieu-dit La Croix Joly mais uma vez entregou resultados excelentes. As uvas para este engarrafamento vêm de vinhas de baixa produtividade, voltadas para o nordeste, localizadas na metade da encosta, e ganham seu delicado tom rosado por meio de infusão, com as uvas macerando junto com os cachos na prensa durante um dia inteiro.

Degorgé em outubro de 2023, com apenas 1,1 gramas por litro de dosagem, o vinho transmite uma sucrosidade palpável, quase mastigável, proveniente da fruta. Abre com um buquê de cereja vermelha, casca de tangerina, framboesa selvagem, pétalas de rosa e pimenta Timut, com nuances sutis de pão de centeio e rooibos. De corpo médio a encorpado, com um núcleo concentrado de frutas, é sustentado por uma acidez vibrante e conclui com um final longo e saboroso.

Assim como o Brisefer, a cuvée perpétua individual — iniciada em 2013 e armazenada em tanques de madeira — é renovada após cada engarrafamento com a safra mais recente (2019, neste lançamento específico). O vinho da safra 2019, já tendo passado por oito meses de élevage em pequenas barricas de carvalho, passa então mais um ano se harmonizando com o blend existente, que agora incorpora safras de 2013 a 2019, antes do engarrafamento.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.